Michelly Alencar critica uso de termos neutros para incluir pessoas trans em materiais da saúde
Parlamentar discursa contra a substituição de "mãe" por "pessoa puérpera" em cartilhas do Ministério da Saúde e aponta retrocesso para a identidade feminina
Vereadora Michelly Alencar (UB) A vereadora Michelly Alencar (UB) classificou como “absurda” a substituição da palavra “mãe” por termos como “pessoa que gesta” e “pessoa puérpera” no material oficial que será distribuído nas unidades de saúde de todo o país.
A mudança busca incluir pessoas trans e não binárias que também podem gestar e passar pelo período puerperal.
Durante seu discurso na sessão ordinária desta quinta-feira (21), a parlamentar afirmou que a mudança representa um retrocesso da identidade feminina e da maternidade, além de desvalorizar mulheres que lutam diariamente para gerar, cuidar e formar suas famílias.
“Enquanto milhares de mulheres sonham em ser mães, enfrentam tratamentos, desafios e vivem a maternidade como uma realização, o governo federal tenta substituir a figura da mãe por termos frios e impessoais”, afirmou a vereadora.
Michelly destacou ainda que a inclusão não pode significar exclusão das mães e criticou o uso de pautas ideológicas em materiais públicos voltados às famílias brasileiras.
Para ela, é inadmissível que o poder público deixe de reconhecer oficialmente a figura materna.
“Gestante é mãe. Quem gera uma vida é mãe. Não podemos aceitar que tentem apagar algo tão sagrado e essencial para a sociedade”, declarou em plenário.







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