Bastidores apontam que composição entre Janaína e Max avança com apoio de Jayme
Movimento nos bastidores prevê Max Russi na cabeça de chapa e Janaína Riva como vice; grupo busca alternativa após derrota de Jayme Campos na convenção do União Brasil
Uma articulação envolvendo Jayme Campos (União Brasil), Max Russi (Podemos) e Janaína Riva (MDB) ganhou força nos bastidores da política de Mato Grosso e pode resultar na formação de uma terceira via para a disputa pelo Governo do Estado nas eleições deste ano.
Conforme informações apuradas pelo PNB Online e fontes do Folha do Estado, a composição em discussão prevê Max Russi como candidato ao governo e Janaína Riva como candidata a vice-governadora, com possibilidade de assumir o comando do Estado em um eventual cenário futuro.
A movimentação surge após Jayme Campos ser derrotado na convenção do União Brasil, realizada na última quinta-feira. O senador demonstrava interesse em disputar o Governo de Mato Grosso, mas a sigla decidiu apoiar a candidatura de Otaviano Pivetta (Republicanos).
Com o novo cenário, o grupo político ligado a Jayme passou a avaliar alternativas para manter protagonismo na disputa estadual.
Apesar das conversas avançarem, Max Russi ainda demonstra cautela em relação à composição. O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso avalia que a aliança pode representar riscos para acordos políticos construídos ao longo de sua trajetória.
Entre os argumentos apresentados para convencer o parlamentar está a possibilidade de uma candidatura independente, sem necessariamente representar uma oposição direta ao atual governo de Mauro Mendes.
A construção da chapa ainda depende de novas conversas e da definição dos espaços que serão ocupados por cada partido.
Além da possibilidade de Max Russi liderar a chapa, existe ainda a hipótese de Janaína Riva assumir a cabeça da disputa majoritária entre Podemos e MDB.
A deputada estadual e pré-candidata ao Senado também é considerada um nome com potencial para disputar o Governo do Estado, dependendo das negociações internas.
A expectativa dos articuladores é que uma eventual união entre Podemos e MDB possa formar uma chapa competitiva, com força eleitoral para ampliar a representação das siglas na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados.
As negociações seguem em andamento e devem ganhar novos capítulos conforme se aproxima o período oficial das convenções partidárias.







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