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Rota do oeste avalia disputar leilão da br-163 entre sinop e miritituba

Concessão prevê duplicação, terceira faixa e intervenções críticas no trecho do Pará, com previsão de R$ 10 bilhões em investimentos

Ana Paula Figueiredo - Folha do Estado
Rota do oeste avalia disputar leilão da br-163 entre sinop e miritituba

A possível relicitação da BR-163/230, no trecho entre Sinop e Miritituba (PA), reacendeu o debate sobre a necessidade de ampliar as obras e atender antigas demandas do Norte de Mato Grosso. 

A concessão atual, sob gestão da Via Brasil BR-163, deverá ser devolvida após repactuação firmada entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Tribunal de Contas da União (TCU). 

O presidente do Conselho Diretor da Nova Rota do Oeste, ex-senador Cidinho Santos (PP), afirmou que a concessionária avalia participar do leilão caso o governo federal opte pelo novo modelo. Segundo ele, há um pleito antigo da população da região para garantir mais obras no trecho. 

A concessão do trecho de Sinop até Miritituba foi feita ainda na gestão do governador Tarcísio e é de 10 anos, sem obrigação de manutenção completa da rodovia”, explicou Cidinho. Ele destacou que moradores do Norte de Mato Grosso reivindicam a duplicação até Guarantã do Norte e melhorias até a divisa com o Pará, pontos que não estavam previstos no contrato original. 

Com a repactuação, o novo modelo deverá obrigar a duplicação no trecho mato-grossense, a execução de terceira faixa e a recuperação de pontos críticos no Pará. 

Foi feita uma repactuação entre a ANTT e o TCU, e essa concessão vai para leilão já com a obrigação de duplicar o trecho de Mato Grosso, fazer terceira faixa e melhorar o trecho do Pará”, afirmou Cidinho. 

A Nova Rota do Oeste, que já administra grandes trechos da BR-163 em Mato Grosso, vê a oportunidade como estratégica, tanto social quanto economicamente. Cidinho ressaltou que outros projetos de infraestrutura também devem ser oferecidos à iniciativa privada em breve. 

O novo desenho da concessão prevê aproximadamente R$ 10 bilhões em investimentos, mas ainda depende da aprovação final do plenário do TCU para definir se haverá aditivo com a atual concessionária ou um novo leilão aberto ao mercado. 

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