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Chegou o tempo de matar o comunismo

Em uma palavra, precisamos decidir se queremos a liberdade ou o comunismo


Chegou o tempo de matar o comunismo Rodrigo Arruda e Sá

Estamos diante de uma encruzilhada histórica. O que está em jogo não é apenas a escolha de um presidente, mas o futuro dos nossos filhos, a liberdade de uma nação e a preservação dos valores que sustentam nossa sociedade.

Chegou a hora de escolher de que lado estamos: o da liberdade, da livre iniciativa, da propriedade privada, da valorização de quem trabalha e produz, da defesa da família, da vida e da fé cristã; ou o de um projeto político que, sob o discurso da justiça social, amplia o Estado, estimula a dependência econômica e enfraquece valores fundamentais da nossa civilização. 

Também precisamos decidir se aceitaremos que milhões de brasileiros continuem reféns da violência, das facções e do crime organizado, enquanto famílias vivem sob o medo e comunidades inteiras sofrem com a ausência de segurança. 

Em uma palavra, precisamos decidir se queremos a liberdade ou o comunismo. E afirmo, com convicção: chegou o tempo de derrotar o comunismo no Brasil. 

Há pelo menos quatro décadas, a esquerda amplia sua influência nas universidades, na cultura, nos meios intelectuais e nas instituições brasileiras. Vejo nessa corrente ideológica uma hostilidade persistente contra empresários, comerciantes, produtores rurais e trabalhadores que prosperam pelo próprio esforço. O sucesso passa a ser tratado como culpa, o lucro como pecado e o empreendedor como inimigo do povo.

Enquanto isso, o trabalhador brasileiro acorda de madrugada, enfrenta dificuldades, paga impostos elevados e luta para sustentar sua família. É esse cidadão que deveria estar no centro das preocupações do Estado. 

O lulismo, na minha avaliação, não conseguiu cumprir as promessas que justificaram seu retorno ao poder. O país continua enfrentando dificuldades econômicas, famílias endividadas, pressão sobre as contas públicas e problemas sociais que exigem muito mais do que discursos. A expansão das facções criminosas e a insegurança nas cidades reforçam minha convicção de que precisamos recuperar a autoridade do Estado e o respeito à lei. 

Que justiça social é essa que não consegue oferecer segurança ao trabalhador? Que projeto de desenvolvimento é esse que dificulta a vida de quem produz e mantém milhões de brasileiros dependentes de políticas governamentais? Não existe justiça social verdadeira quando o cidadão honesto se sente desprotegido e o empreendedor encontra obstáculos para gerar riqueza e empregos.

Também precisamos recuperar a responsabilidade fiscal. Jair Bolsonaro encerrou 2022 com superávit primário de aproximadamente R$ 54 bilhões nas contas do Governo Central. Esse resultado demonstra, a meu ver, que o equilíbrio fiscal deve ser tratado como prioridade. O Brasil não pode continuar respondendo à expansão das despesas com a criação de novos encargos para quem trabalha e empreende. 

Nenhuma nação prospera punindo quem produz para sustentar um Estado cada vez maior. O país precisa de liberdade econômica, segurança jurídica, eficiência administrativa e compromisso com o dinheiro público. 

Sou cristão, defendo a família, a vida, a liberdade religiosa e o direito de cada cidadão viver com dignidade e segurança. Tenho orgulho de ter servido às Forças Armadas no Exército Brasileiro Arma de Infantaria e hoje Oficial da Reserva e de carregar comigo os princípios de disciplina, patriotismo, honra e respeito à nossa bandeira. Minha trajetória não me permite permanecer indiferente diante do que considero ameaças aos valores fundamentais da sociedade brasileira. 

Por isso, declaro publicamente meu apoio à eleição de Flávio Bolsonaro para presidente da República. 

Vejo em Flávio a possibilidade de retomar o caminho iniciado por Jair Bolsonaro, fortalecer a economia, recuperar a responsabilidade fiscal, enfrentar o crime organizado e proteger as famílias brasileiras. Para mim, sua candidatura representa a oportunidade de derrotar nas urnas o projeto político e ideológico que identifico com o lulismo e com a esquerda brasileira. 

Não podemos aceitar que o medo substitua a liberdade, que o crime desafie a autoridade e que o Estado se transforme em instrumento de submissão de quem trabalha e produz. O criminoso precisa ser combatido, o trabalhador respeitado, o empresário livre para empreender e a família protegida. 

A história oferece poucas oportunidades para que uma nação corrija seus rumos. Acredito que estamos diante de uma delas. Não é hora de omissão, mas de assumir posições e defender convicções dentro das regras da democracia.

Minha escolha está feita. Meu lado é o da liberdade, da família, da fé, da vida, do trabalho e da pátria. Meu candidato é Flávio Bolsonaro. 

Quando falo em matar o comunismo, não falo de armas ou violência, mas de derrotar uma ideologia pelo voto, pelo debate e pela força das convicções democráticas. Que essa derrota aconteça nas urnas, que a liberdade prevaleça e que o Brasil volte a acreditar na capacidade de construir seu próprio futuro. 

RODRIGO ARRUDA E SÁ é contador, bacharel em Direito, empresário e ex-vereador de Cuiabá.

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