15 de Julho de 2024

POLÍTICA Segunda-feira, 05 de Setembro de 2022, 14:59 - A | A

R$ 1 MILHÃO

Serys lidera em dinheiro liberado pelo PSB para financiar campanha

Dos nove candidatos, mulheres estão na lista de preferência do PSB em investimentos

RAFAEL COSTA- HNT

sersy

 

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) já liberou R$ 3,880 milhões para nove candidatos a deputado federal por Mato Grosso. As três mulheres que disputam a vaga na Câmara dos Deputados são as mais favorecidas com dinheiro do fundo eleitoral.

Ex-deputada estadual e ex-senadora por Mato Grosso, Serys Slhessarenko já recebeu R$ 1 milhão do diretório nacional para financiar a campanha.

Em seguida, aparece a primeira-dama de Rondonópolis (225 km ao sul de Cuiabá), Neuma de Moraes, já contemplada com R$ 710 mil.

A advogada Karen Rocha recebeu o apoio de R$ 500 mil do partido para gastar com a campanha eleitoral.

O deputado estadual Allan Kardec, que tenta pela primeira vez o mandato na Câmara dos Deputados, recebeu suporte financeiro de R$ 470 mil.

O vereador por Cuiabá Joelson Nascimento recebeu R$ 400 mil. Em seguida, aparecem o ex-prefeito de Cáceres, Túlio Fontes (R$ 300 mil), Weliton Marcos (R$ 250 mil) e Thiago Costa Alcaraz, o Thiaguinho (R$ 100 mil).

Com o fim do financiamento privado das campanhas políticas, o dinheiro do "Fundão" é a única fonte financeira disponível aos candidatos.

O Fundo Partidário é regulamentado pela Lei nº 9.096/1995, a Lei dos Partidos Políticos. A norma determina o cálculo e prevê que o valor nunca seja inferior, a cada ano, ao número de eleitores inscritos em 31 de dezembro do ano anterior ao da proposta orçamentária, multiplicados por R$ 0,35, em valores de agosto de 1995. Esse valor é corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Em 2019, o Fundo repassou R$ 927 milhões aos partidos políticos; em 2020 foram R$ 953 milhões. Este ano, já foram distribuídos pouco mais de R$ 783 milhões (dotação orçamentária até a competência de outubro e multas até a competência de setembro de 2021). Conforme a regra, 5% desse valor são distribuídos igualmente entre todos os partidos legalmente registrados. O restante, 95%, é dividido proporcionalmente de acordo com o número de deputados que cada partido tem na Câmara dos Deputados.



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