O recado ‘sombrio’ no pedido da PF e MPF no 'Escândalo da Oi'
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que autorizou a Operação Heritage e atingiu em cheio o ex-governador Mauro Mendes (União) e o deputado federal Fábio Garcia (União), além dos seus núcleos familiares, chamou atenção do meio jurídico e político mato-grossense, por um ‘detalhe’: a ausência de busca e apreensão nos alvos.
Isso porque a decisão apenas solicitou o passaporte dos investigados e bloqueou seus bens. Ou seja, não apreenderam celulares e documentos dos alvos. A ausência desses pedidos indica que as investigações estão tão avançadas, e as provas colhidas pelos rastros que os R$ 308 milhões deixaram em contas, fundos e empresas, já seriam suficientes para a conclusão da investigação, pelo menos é o que alguns delegados e juristas que tiveram acesso à decisão interpretaram.
Ou seja, caso se confirme, o grupo político do Palácio Paiaguás, que foi atingido pela PF, estaria em “maus lençóis".A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que autorizou a Operação Heritage e atingiu em cheio o ex-governador Mauro Mendes (União) e o deputado federal Fábio Garcia (União), além dos seus núcleos familiares, chamou atenção do meio jurídico e político mato-grossense, por um ‘detalhe’: a ausência de busca e apreensão nos alvos.
Isso porque a decisão apenas solicitou o passaporte dos investigados e bloqueou seus bens. Ou seja, não apreenderam celulares e documentos dos alvos. A ausência desses pedidos indica que as investigações estão tão avançadas, e as provas colhidas pelos rastros que os R$ 308 milhões deixaram em contas, fundos e empresas, já seriam suficientes para a conclusão da investigação, pelo menos é o que alguns delegados e juristas que tiveram acesso à decisão interpretaram.
Ou seja, caso se confirme, o grupo político do Palácio Paiaguás, que foi atingido pela PF, estaria em “maus lençóis".







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