20 de Julho de 2024

POLÍTICA Terça-feira, 23 de Agosto de 2022, 07:55 - A | A

ELEIÇÕES 2022

Emanuelzinho lidera disputa para federal; Fábio Garcia aparece em seguida

Redação | Estadão Mato Grosso

emanuelzinho deputado

 

O deputado federal Emanuelzinho (MDB) seria o mais votado na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados, se as eleições fossem hoje. Segundo a pesquisa realiza pelo Instituto Percent Pesquisa de Mercado e Opinião Ltda, o filho do prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) lidera a disputa com 6% das intenções de votos dos entrevistados.

A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (22), apontam ainda que o ex-deputado federal e suplente de senador, Fábio Garcia (UB), aparece com 4,5% da preferência do eleitorado, e pelo também deputado federal José Medeiros (PL), que figura na terceira posição, com 3,1%.

A pesquisa para deputado federal é feita na modalidade espontânea, onde os candidatos não são apresentados ao eleitor. Também foram lembrados pelos entrevistados, o ex-comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Assis (UB), com 2,8%, a deputada federal Rosa Neide (PT), com 2,5%, o empresário Irajá Lacerda (PSD), com 2,1% e Carlos Bezerra (MDB), com 2%, além da ex presidente do Procon, Gisela Simona (UB).

Mil pessoas em Cuiabá e Várzea Grande foram ouvidas pela Percent Brasil, entre os dias 13 e 19 de agosto. A margem de erro é de 3,1% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A amostragem foi registrada junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob os números MT-07593/2022 e BR03936/2022.

Suspensão

Na última semana, a pesquisa chegou a ser suspensa após uma ação proposta pela coligação ‘Mato Grosso Avançando, Sua Vida Melhorando’, formada por MDB, PL, Podemos, PROS, PSB, Republicanos, União Brasil e a Federação formada por PSDB e Cidadania. Eles apontavam que o instituto escolheu apenas dois municípios do estado para fazer a amostragem, o que não representaria uma base suficiente.

Nesta segunda, 22, o juiz José Luiz Leite Lindote, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) chegou a conceder uma liminar, mas revogou a decisão, liberando a pesquisa, entendendo que não houve irregularidade.



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