15 de Julho de 2024

EDUCAÇÃO Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2023, 14:43 - A | A

ALEGANDO TUMULTO

Seduc anula audiência pública que rejeitou militarização da escola Adalgisa de Barros

Caberá à Diretoria Regional de Educação do Polo Várzea Grande, sob orientação da Secretaria Adjunta de Gestão Regional e Coordenadoria de Escolas Militares, organizar a realização de nova audiência pública

DA REDAÇÃO - Hipernoticias

escila adalgisa

 

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) anulou, nesta quarta-feira (25), a audiência pública realizada na Escola Estadual Professora Adalgisa de Barros, em Várzea Grande. O evento deveria discutir a militarização da unidade educacional.

A Seduc, porém, alegou o que a votação não ocorreu de forma democráticaem razão do embate entre representantes do Sindicato dos Profissionais da Educação (Sintep-MT), membros da comunidade escolar e oficiais da Polícia Militar.

A portaria n° 070 de 2023 pontua que a audiência sequer concluiu a primeira etapa (apresentação do plano de trabalho), diante do alvoroço que se instaurou, "tornando o ambiente num cenário de confusão, hostilidade e vandalismo, conforme demonstram diversos vídeos expostos em mídias sociais feitos no local".

A Seduc alegou ainda que pessoas alheias ao processo foram ofensivas, agrediram verbalmente tanto os profissionais da Seduc-MT quanto os profissionais da Segurança Pública, além de incitaram os estudantes a praticar atos violentos, o que não coaduna com atitude em um ato solene administrativo.

Caberá à Diretoria Regional de Educação do Polo Várzea Grande, sob orientação da Secretaria Adjunta de Gestão Regional e Coordenadoria de Escolas Militares, organizar a realização de nova audiência pública ou outro processo análogo para a manifestação dos pais e estudantes.

O QUE DIZ O SINTEP

Em nota, o Sintep acusou a própria Seduc de mudar o processo de votação de "última hora" para tentar forçar a adesão à militarização da escola. O sindicato também acusou a Secretaria de Estado de Educação de convocar pessoas alheias à comunidade escolar para votar, ainda que não tivessem direito de participar do processo.

Sobre as imagens em que a vice-presidente da entidade, Eliene Borges, aparece interpelando a fala de um policial militar, a professora explicou que, naquele momento, questionava o impedimento dos alunos de votar, sendo que se tratam de alunos com idade igual ou superior a 15 anos, cujo direito de voto era legítimo.

lorem


Comente esta notícia

Leila Cabral de Deus Barros 27/01/2023

Essa mulher que se diz ser professora, não tem condições de participar em nada,totalmente anti ética, desequilibrada,uma vergonha para a classe dos professores.

CLÁUDIO COELHO BARRETO JÚNIOR 26/01/2023

DE BADERNA E ATOS IMPOSITIVOS, O SINDICATO DOS "PROFESSORES" SABE COMO FAZER, E ESOECIALISTA. A EDUCAÇÃO É UM DEVER DO ESTADI, PORTANTO, NAO VEJO PORQUE FAZER CONSULTA, VAI ESTUDAR NAQUELA ESCOLA QUE QUISER. PROFESSOR NÃO TEM QUE DUSCUTIR SE É BOM OU RUIM, EMPREGADO É PAGO PARA TRABALHAR, SUA OPINIÃO SERÁ RECEBIDA QUANDO LHE FOR SOLICITADO.

2 comentários

1 de 1